O poema que canto
Segue em desatino
À procura de um canto virgulino
Segue estrada afora
Como se conhecesse
Cada pedaço da hora
Todo o seu traçado
Cheio de aventuras
É no caminho roubado
Pelas desventuras
Vê o rio da sofrência
E sente a impaciência
Que assola o seu destino
Com os pés descalços
Firmemente pisa
Cada percalço
E corre entre pedregulhos
E canta e pisa e chuta
Mas não sente embrulhos
O poema que canto
Segue em desatino
À procura de um canto virgulino
O poema que canto
Segue em desatino
À procura de um canto virgulino
Segue estrada afora
Como se conhecesse
Cada pedaço da hora
Todo o seu traçado
Cheio de aventuras
É no caminho roubado
Pelas desventuras
Vê o rio da sofrência
E sente a impaciência
Que assola o seu destino
Com os pés descalços
Firmemente pisa
Cada percalço
E corre entre pedregulhos
E canta e pisa e chuta
Mas não sente embrulhos
O poema que canto
Segue em desatino
À procura de um canto virgulino