POEMAS

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Doce flutuar
Doce flutuar
Ive Lima
Ive Lima
Mesmo sem lá estar,
meu ser desperta.
Lembranças do contato
invadem cada poro.
Meu corpo antecipa
a carícia das marolas,
suaves línguas azuis
dançam indo e vindo,
embalam meu repouso
na superfície das águas.
Sinto o arrepio que dá
o soprar da brisa
sobre a pele molhada,
beijo do vento na nuca,
frescor de fim de tarde
sob o calor do sol.
Gotas d’água escorrem
dos cabelos pela face,
abro os olhos
e desperto serena
deste breve devaneio.

Preciso de mar.
Mesmo sem lá estar,
meu ser desperta.
Lembranças do contato
invadem cada poro.
Meu corpo antecipa
a carícia das marolas,
suaves línguas azuis
dançam indo e vindo,
embalam meu repouso
na superfície das águas.
Sinto o arrepio que dá
o soprar da brisa
sobre a pele molhada,
beijo do vento na nuca,
frescor de fim de tarde
sob o calor do sol.
Gotas d’água escorrem
dos cabelos pela face,
abro os olhos
e desperto serena
deste breve devaneio.

Preciso de mar.

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